República Livre de Medesca

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População:
2 a 3 milhões. Os mais numerosos são gnomos e humanos (30% cada), seguidos dos orcs e hobgoblins (10% cada). Elfos e goblins também estão presentes com 5% para cada raça. O restante está dividido entre as outras raças.
Governo: se orgulham de ser uma democracia de cidadãos livres e honestos. O sistema político é similar ao da República Livinhana com a diferença que todos votam e “basta” ser alfabetizado para ser elegível (a maioria é analfabeta). Como o voto não é secreto, tudo é resolvido em assembléias, é comum, e até considerado legítimo, que patrões pressionem seus empregados.
O poder judiciário é independente das assembléias, dos Oficiais da Câmara e do Senado. Muitos dos seus membros são devotos ou justiceiros de Forseti.
Línguas: a língua oficial e falada pelos autóctones é o livinhandês, todavia o crescente fluxo migratório proveniente do Império Icílico fez com que o icílico se tornasse uma língua bem difundida nessa república.
Culturas: análogo com o que ocorre com as línguas, a cultura livinhana é a mais comum, mas a icílica também é influente.
Economia: antes da independência em relação a República Livinhana, essa região era economicamente secundário. Contava apenas com uma grande universidade e uma boa indústria naval como pontos fortes. Mas, desde a independência até os dias atuais muitos recursos icilianos, principalmente da Guilda Mercante Goblim, é colocado nesse país. Um grande estaleiro de dirigíveis foi construído, muitas poções são vendidas e seus bancos são um local seguro para grandes fortunas.
A Guilda Mercante Goblim é muito influente e presente. Graças ao seu financiamento que a independência se viabilizou e boa parte dos grandes negócios nesse arquipélago pertence aos seus membros. Alguns deles são senadores influentes.
Mesdeca possui um sistema monetário próprio que funciona em papel moeda chamado de Libres. Todos os trabalhadores são assalariados (ou desempregados), não existe servidão ou escravidão de qualquer espécie.
Forças Armadas: não possui um exército forte ou numeroso. Se não fosse a intervenção da Guilda dos Magos para por fim a guerra de independência, provavelmente a República Livinhana teria retomado esse território. Hoje em dia há inclusive algumas tropas icilianas que ajudam Medesca quando solicitado.
Sua marinha também não é muito forte, mas, graças a muitíssimos esforços, acabaram de construir um protótipo de navio de guerra a vapor.
Religião: a ordem religiosa mais importante é a de Forseti. Ela se dividiu durante a independência de Medesca, ficando alguns de seus membros a favor e outros contra. Essa divisão permanece até hoje na Ordem. Apesar de não terem transformado formalmente a sua organização em duas organizações diferentes, os justiceiros de Forceti encaram esse ponto de tal forma que a rixa criada impede que trabalhem juntos em muitos momentos.
O culto a Aegir também é bem difundido e sua Ordem bem presente. Existe inclusive dentro do território um local sagrado para seus seguidores, o Poço das Esmeraldas Iluminadas.
Além disso, há também o culto a Frigga, Idum e Hel que não são muito fortes.
Em termos de jogo a espiritualidade varia de normal a baixa nesse país.
Magia: a Guilda dos Magos é, após a Guilda Mercante Goblim, a organização mais forte desse arquipélago. Possui o monopólio formal da magia e o direito de caçar renegados, desde que esses sejam julgados em tribunais formais. Alguns de seus membros participaram da independência e são senadores ou os influenciam. Não há muitos renegados.
A facção mais importante é a Sociedade Acadêmica de Taumaturgia. Uma de suas escolas mais importantes está na capital.
Tecnologia: possuem os mesmo avanços tecnológicos da República Livinhana (NT5), mas ainda não dispõe dos mesmos recursos para aproveitá-los.